domingo, 24 de abril de 2011

Rio de Janeiro continua lindo, ainda mais em 3D!

O que esperar de uma animação feita com um dos cenários mais conhecido do mundo? É o que podia dar errado que fez com essa animação fosse tão especial, o Rio de Janeiro é lindo até em 3D! Made USA, mas com dedo de brasileiros.
O enredo bem elaborado cheio de questões morais e sócias posta em pauta, de uma forma leve e educativa, ideal para crianças. Expõe questões como tráfico de animais, preservação, crianças de ruas.
O filme também conta com várias músicas, que apesar de serem bem elaboradas e com ritmos que são tipicamente cariocas (samba, samba-canção e bossa nova), o desenho musical parece não encaixar ainda muito bem com o desenho 3D e competir em musical com Walt Disney é difícil de ganhar, são anos de experiência nessa área!
Quem puder faça também essa viagem nas asas desses pássaros mais do animados e receptivos como todo bom carioca e conheça um pouco dessa cidade realmente maravilhosa.



OBS: Sou uma carioca apaixonada pela minha cidade e os detalhes no desenho são realmente incríveis!

domingo, 17 de abril de 2011

OBS

As postagens de caderno de bancada são instruções para quem começa a trabalhar na bancada de ourives

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Caderno de Bancada - Aula II e Aula III

Quadrado de Precisão
            Ferramentas:  – esquadro
                                  – régua
                                  – paquímetro
  • Traçar uma reta serrar e limar até ficar reto, verificar com o esquadro;
  • Com esquadro, marcar o segundo lado, verificar o ângulo com esquadro;
Obs: Marcar pelos lados que já estão retos.
·        Marcar com compasso a medida (20 mm), traçar uma linha;
·        Medir com paquímetro quando a linha tiver pronta;


Martelos
Cada martelo tem uma função específica.
Macios – trabalhos delicados com chapas finas (nylon, madeira, chifre).
Polidos – usados para atingir pontos sem marcar, não se usa no aço.
Duras – usados para marcações com ferramentas de aço.

Perfuração
Ferramentas:  – broca
                      – óleo
                      – martelo
                      – taz (paralelogramo de aço polido)
                      – pulsão (qualquer tipo de fio grosso e duro com ponta fina)
                      – compasso
  • Marcar paralelas na horizontal cruzando com paralelas na vertical, no encontro serão feitas as perfurações;
  • Reforçar a marcação martelando com pulsão nos encontros (apoiado no taz);
  • Usar a broca no motor, sem muita velocidade e molhando no óleo,para resfriar e lubrificar;
  • Fazer o acabamento com uma fresa de bola.
Obs: A fresa de bola precisa de lubrificação mais constante e com velocidade maior.

Das telas do museu para as telas da TV


            A pop art é quase uma extensão do ready-made, criado por Marcel Duchamp, que pega peças feitas em serie e as transforma em obra de arte por conter uma assinatura e ser deslocada do seu lugar comum para um museu. O “pop art” pega figuras comuns e as transforma em obra de através da tela, usando ícones da sociedade de consumo.
            Andy Warhol é ícone da pop art, sendo conhecido pelas telas com imagens já conhecidas repetidas como da Marlyn Moore, a série de latas de sopas, entre outros ícones do cotidiano. Ele tinha um ateliê onde trabalhava com técnicas mistas, chamado Factory.
            A grande paixão de Andy era a televisão, suas inspiração vinha do mundo pop que ela difundia. Pessoas famosas, glória e glamour... acreditava que no futuro todos iam ter seus 15 minutos de fama, e isso se tornaria um sonho comum.
            Essa obsessão pela tela pequena fez com que ele criasse e produzisse alguns programas tendo como temas, o que a elite artística chamaria de supérfluo, moda e fama. Os programas mostram famosos e anônimos falando de suas vidas, em um mesmo grau de importância.
            Além dos programas, Andy produziu alguns curtas contraditórios, onde os sentimentos era mostrados de forma crua e muda entrecortada por comercias falados.
            Na tela de Warhol tudo parece um contrassenso, a arte dele tem um sarcasmos que aparentemente não é visível, sua falta de expressão na frente das câmera cria algo que beira a comicidade, parece que assim se fecha um ciclo artístico, finalmente ele não é mais um mero observador ele faz parte da sua própria arte.
            Tudo nessa tela pequena esteve exposto até o dia 3 de abril, no OiFutro, exposição imperdível!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Caderno de Bancada - Aula I

Estileira
  • Lado reto – corte
  • Lado diagonal – acabamento

Bancada
  • Solda sempre será feita com dois tijolos, sobre a parte de metal da bancada
  • Trabalho com maçarico será feito com fogo sobre pressão e estável.
  • Maçarico de bomba de oxigênio tem mais pressão e chama mais pontual (chama menor, porém mais potente, bom para trabalho com ouro)
Modo de usar
·         Liga-se primeiro o gás e só quando a chama estiver encostando no bico do maçarico é que se abre o oxigênio na pressão.

Corte
Escolha da serra – espessura do metal.
                          – espaço a ser extraído.
·         O corte deve ser feito sempre com a serra na vertical e com corte para baixo.
·         Marcação de traço única.
·         A serrar meio milímetro de distância do traço.

Acabamento
  • Limar – cada procedimento exige uma lima específica.
  • A preferência a lima grande.
  • Força para frente.

sábado, 26 de março de 2011

O Mundo Mágico de Escher – Nunca a ida a um museu foi tão lúdica!!!

Para aqueles que nunca ouviram falar no artista gráfico holandês Maurits  Cornelis Escher, deviam realmente olhar ao redor com mais atenção. Suas obras são fontes riquíssimas de inspiração, algo, que para aqueles que estudaram gestalt* faz todo o sentido, ou, falta dele.
As xilogravuras têm um contraste forte de claros e escuros, bem traçados. Já as litogravuras trabalham mais com os tons médios e com contraste suave. Mas toda a parte técnica fica meio esquecida devido aos contrates psicológicos de suas obras. Pois quem repara se ele esculpiu em madeira ou desenhou em pedra, quando em sua obra é possível ver um mundo que se desdobra em figuras espelhadas ou se transforma em parte de um cenário sobre uma mesa, onde um livro é apoiado por um prédio?
Como a matemática pode ser tão artística e lúdica? É possível, com um olhar mais atento, visualizar uma malha em suas obras, alem de figuras orgânicas se geometrizando e se modificando, numa metamorfose de movimento congelado. Nessa metamorfose perdemos o sentido do que é fundo, do que é figura, do que é real ou não.
As instalações fecham o ciclo, fazendo mergulhar profundamente nesse mundo das ilusões, tornando os visitantes, parte integrante dessas obras. E quem não se encanta ao ver um gato no ar? Qual baixinho não quer se tornar gigante?
O mundo mágico foi uma exposição com as obras mais consagradas desse artista fascinado por esferas espelhadas, formas geométricas e ilusões e deformações óticas. Suas obras nos levam para um universo onde a desconstrução constrói e o inviável tornasse visivelmente possível, mais adiante da estrada de tijolos amarelos, na fronteira do país das maravilhas.






 *Gestalt – é uma teoria que descreve a percepção visual como a organização de princípios, através do cérebro, de: proximidade, continuidade, semelhança, segregação, preenchimento, unidade, simplicidade e figura/fundo. Esses conceitos ajudam no desenvolvimento de campanhas publicitárias, design e estudo sobre efeitos psicológicos sobre a percepção. Através dessa teoria se compreende alguns tipos de ilusões de ótica.

domingo, 20 de março de 2011

Olhos Negros - Alguém especial

Teus olhos
me oprimem.
Teu sorriso
vem me acalentar.
Que mistérios
esconde nos teu olhos negros?
Que a ninguém
ousas contar.
Dos desejos
que esmeram nos teus anseios
podes a mim contar.
Sei que tuas confissões
a ninguém confessas
por medo de te machucar.
Mas saibas
que contigo hei de estar
 sempre que precisares de um ombro amigo
em mim ais de encontrar.

Isso é uma homenagem a uma amiga, que está sempre no meu coração mesmo longe, e em atraso por seu aniversário...Beijão!!!